(telefone da Assistência ao Cliente toca)
Lá vou disparada da caixa, a meio de uma transacção, pronta para o processo "assimilação-transmissão de informação"
eu: Andreia, Apoio ao cliente!
do outro lado da linha: hola! ksjdhfknmbsdfnmgb
eu: Como?
do outro lado da linha: Please, Raquel to pharmacy
eu: pharmacy?
do outro lado da linha: parmacy, Raquel to parmacy.
eu: sorry, I didn´t understand.
do outro lado da linha: It´s Keera (ou keira ou kyra), I need Raquel to P-A-R-M-A-CY, ok?
(a fila a ficar cada vez maior)
eu: *wtf* Ok!
do outro lado da linha: ok? no problem?
eu: No problem!
Desliguei e fui atender os clientes porque não percebi patavina....
Nota explicativa: Neste primeiro mês de abertura da Primark (Parques Nascente), vários funcionários da empresa de outros países (nomeadamente Irlanda, Inglaterra, Espanha e França) deslocaram-se aqui para dar uma pequena ajuda na orientação da montagem e funcionamento da loja.
Mais tarde, a caminho de casa, no Metro (linha D a caminho da Trindade)....
eu: Ó su, o que é que quer dizer parmacy em inglês?
Su: parmacy? eu sei lá!
eu: É que hoje a inglesa telefonou-me a pedir para chamar a Raquel ao parmacy, eu disse que não tinha percebido, ela disse outra vez, eu disse ok, desliguei e fui à minha vida
Su: LOL! Não sei!
(entretanto, uma rapariga simpática que também trabalha lá e vive para as mesmas bandas)
RS: EU ACHO QUE ELA QUERIA DIZER ARMAZÉM. É que no outro dia ela disse para uma rapariga ao ir armazém em inglês e ela não percebeu, então perguntou-me como é que se dizia em português, mas a pronúncia dela dela era tão esquisita que dizia qualquer cena do tipo HARMAZI.
gargalhada colectiva
No meio disto tudo, ouve-se a voz da Su: Onde é que estamos?
AAAAAAHHHHHHH, TAMOS A PASSAR A PONTE!!!!!! (note-se, como foi acima referido, que o destino era a Trindade)
Isto só a mim!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Vou ali apertar o meu boneco anti-stress e já venho
As minhas últimas 24h resumem-se a ter que fazer uma viagem nada cansantiva de 5h pa terrinha. Andar o dia de hoje pra lá e pra cá, percorrendo Alcobaça de lés a lés. Perder o Expresso. Faltar ao jantar do Curso. Mais uma viagem de 5h de volta ao Porto.
No meio de isto tudo, ESQUECI-ME DO TELEMÓVEL em casa, quer dizer, eu espero que esteja em casa.
(valeu-me o estufado que a minha avózinha fez, vá!)
No meio de isto tudo, ESQUECI-ME DO TELEMÓVEL em casa, quer dizer, eu espero que esteja em casa.
(valeu-me o estufado que a minha avózinha fez, vá!)
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
comprimidos de vontade fachabor!
Tenho um teste amanhã e tou "alapada" aqui no sofá, enrolada numa manta a ver Simpsons... ts ts ts
Até tomava um banho de água morna mas já estou bastante gelada.
E a única questão que neste momento me incomoda a existência é: PORQUE É QUE A FREITAG NÃO TEM SALDOS!!!!!
(ou porque é que não se vendem imitações perfeitinhas daquelas malas que mais parecem feitas de pneus de camião reciclados na Primark)
*acabaram os Simpsons. É agora!
Até tomava um banho de água morna mas já estou bastante gelada.
E a única questão que neste momento me incomoda a existência é: PORQUE É QUE A FREITAG NÃO TEM SALDOS!!!!!
(ou porque é que não se vendem imitações perfeitinhas daquelas malas que mais parecem feitas de pneus de camião reciclados na Primark)
*acabaram os Simpsons. É agora!
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
E eu que já andava a sonhar com castanhas assadas e a rondar a adega do meu avô para experimentar a água-pé nova... e vai o tempo prega desta partidas e faz-me ir buscar os tops de verão que já estavam a ser arrumados. Não é nada pessoal, mas já tenho saudades assim duma tarde de sofá com manta, filmes parvo-lamechas com um tempo torrencial lá fora.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
BAH
Tou farta de isto assim mas sem imaginação para mudar... nem para escrever!
Vou aproveitar este fim-de-semana prolongado para fazer uma reanimação ao meu cérebro e ao meu ânimo também!
Vou aproveitar este fim-de-semana prolongado para fazer uma reanimação ao meu cérebro e ao meu ânimo também!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
É ecologia, é o que está a dar...

É preciso estar na deprimência de uma noite solitária na residência (sem o meu super portátil que anda armado em parvo) para ligar a RTP2 (sim, só havia 4 canais e sinceramente não me apetecia aumentar a taxa de "coisas-que-estupidificam-o-meu-cérebro") e ficar a saber que a América tem 5% da população mundial e estes 5% consomem 25% do petróleo produzido...
Claro que fiquei em estado de choque, principalmente quando disseram lá no documentário os biliões de barris de petróleo consumidos por ano (já não me lembro, sinceramente, mas eram muitos) e que quase tudo (para não arriscar o tudo, mesmo que indirectamente) no mundo actual contém petróleo ou necesitou dele durante o seu processo de produção...
e é durante estes momentos, em que me ponho seriamente a reflectir sobre todos estes problemas, que me apercebo que ao longo dos anos tenho vindo a desenvolver em mim uma mentalidade ecológica. vejamos:
- aos 6 anos, antes de deitar algo para o chão, comecei a preocupar-me em olhar em redor para ver se havia um caixote do lixo;
- aos 8 anos punha o lixo no caixote mesmo que este tivesse a 100m de distância;
- aos 8 anos punha o lixo no caixote mesmo que este tivesse a 100m de distância;
- aos 12 anos deixei de deitar lixo para o chão, independentemente de haver ou não caixote para o lixo;
-Aos 15 ralho com as pessoas que deitam lixo para o chão;
-Aos 15 ralho com as pessoas que deitam lixo para o chão;
-Aos 16, numa dura guerra com batalhas vencedoras e vencidas, começo a aventura da reciclagem lá em casa;
-Aos 18, depois de ir para o Porto, vivo em paz comigo por o meu lixo ir para o contentor certo;
-Reparo que (se não toda) quase toda a gente que entrou comigo para Estudos Europeus, e são oriundos de cidades, tem, pelo menos, um qualquer problema respiratório;
-Reparo que (se não toda) quase toda a gente que entrou comigo para Estudos Europeus, e são oriundos de cidades, tem, pelo menos, um qualquer problema respiratório;
- Agradeço por ser uma campónia que viveu numa pacífica aldeizinha perdida no nada e por, durante 18 anos, as minhas refeições lá em casa serem na sua maioria com produtos lá do quintal sem quaisquer adições químicas;
- Começo a preocupar-me com a quantidade de água que gasto;
-Aos 19, maldigo o governo por não apoiarem projectos relacionados com energias renováveis;
-Fico feliz pela quantidade de moinhos eólicos que montam na minha regiãozinha, no centro oeste plantada;
-Aos 20, começo a procurar nos rótulos dos productos se estes são "amigos" do ambiente;
-Penso que o melhor lugar na cidade para arranjar "minimamente" naturais é no mercado, na velhinha com aspecto mais saloio;
-Aos 21 anos ainda não tenho a carta nem sinto a falta dela. Penso na quantidade de dióxido de carbono que estou a evitar emitir para a atmosfera e penso seriamente em tornar-me adepta dos transportes alternativos, mesmo depois de um dia tirar a carta;
- Aos 22 anos o meu incómodo frente a torneiras mal fechadas e luzes desnecessariamente acesas já começa a atingir níveis psicóticos
- Tenho uma bicicleta e penso que este é o transporte mais charmoso que existe (principalmente aquele modelo de antiga pasteleira), pena não ter capota para quando chove.
Muito resumidamente, é esta a evolução da minha faceta ecológica. Não vou mudar o mundo nem sequer, alguma vez, pus os pés em nenhuma manifestação da quercus, Green Peace ou whatever... Mas se todos pensassem em cuidar minimamente (como eu que não sou nenhuma super-activista) deste terceiro calhau a contar do sol... já pouparíamos dias em que os chineses têm de sair à rua de máscara por causa da poluição!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
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