segunda-feira, 19 de março de 2012

Merece ser partilhado :)

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebés. O primeiro pergunta ao outro:

- Tu acreditas na vida após o nascimento?

- Certamente que sim. Algo tem de haver depois de nascermos! Talvez estejamos aqui, principalmente, porque precisamos de nos preparar para o que seremos mais tarde.

- Tolice, não há vida após o nascimento. E se houvesse como seria ela? ...

- Eu cá não sei, mas certamente haverá mais luz lá do que aqui... Talvez caminhemos com os nossos próprios pés e comamos com a boca.

- Isso é absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca é totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Estou convencido de que a vida após o nascimento não existe, pois o cordão umbilical é muito curto!

- Olha, eu penso de outro modo. Penso que há algo depois do nascimento, talvez um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui...

- Mas nunca ninguém voltou de lá, para nos falar sobre isso!? O parto é o fim da vida. E a vida, afinal, nada mais é do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exactamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamã e ela cuidará de nós.

- Mamã? Tu acreditas na mamã? E onde está ela?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela é que nós vivemos. Sem ela nada disto existiria!

- Eu não acredito. Nunca vi nenhuma mamã, pelo que não existe mamã nenhuma!

- Eu acredito. E sabes porquê? Porque às vezes, quando estamos em silêncio, ouço-a cantar e sinto como ela afaga o nosso mundo. E também penso que a nossa vida só será "real"depois de termos nascido. Nesse momento tomará nova dimensão. Aqui, onde estamos agora, apenas estamos a preparar-nos para essa outra vida...

(Autor anónimo, cidadão do Porto e apoiante da Associação Pro Vida)

segunda-feira, 5 de março de 2012

F**k Umbrella Corporation (just a few of you will understand)

Senhores que não deixam vender meocil (leia-se uma pomada milagrosa que cura terçolhos) na farmácia do Hospital S. João sem receita médica, fiquem sabendo que hoje de manhã fui à Farmácia ali da esquina, onde pedi meocil e onde nem me foi perguntado se tinha receita médica. Já comprei meocil quantas vezes me apareceram terçolhos (bastantes portanto), nas mais diversas e variadas farmácias e nunca, vez alguma me foi pedido receita médica.
Filho de uma grandessíssima mãe, o capitalismo ganacioso que queria que eu fosse gastar 20€ nas urgências, onde iria esperar pelo menos um par de horas, só para o médico me receitar aquilo que eu já sei que tenho que usar, gastar guito no medicamento, e depois como já não teria transportes para casa, toma lá, mais o dinheiro para o táxi. E um simples terçolho sair-me-ía tão caro como uns bons 40€.
Portanto, para aqueles por quem eu passei mais umas horinhas de sofrimento, ide todos para a real caquinha.

domingo, 4 de março de 2012

Eu, ignorante me confesso...

Antes de mais, só quero dizer que eu sou um completo alien nessa arte de saber todos os pormenores da vida de gente conhecida e famosa. Só para terem uma ideia, só há coisa de uma semana é que descobri que a Jennifer Lopez se havia separado do Marc Anthony...

Bom, o início da minha história remota há cerca de dois anos atrás, Agosto de 2009, salvo erro. Era uma noite de S. Bernardo, a festa da cidade de Alcobaça e eu e o meu bro de infância e a respetiva namorada fomos comer uma bela de uma churrascada à barraca lá do sítio. Estavamos nós em amena cavaqueira e eis que na mesa ao lado se senta um grupo enorme e entre os presentes estavam a Sónia Tavares, vocalista dos The Gift, e Fernando Ribeiro, vocalista dos Moonspell. Mais tarde, no meio da feira, lá andavam eles em clima divertido, sorridentes e aparentemente felizes da vida. Só os dois. A mim pareceu-me que havia ali paixão.
Hoje, numa reportagem, que os The Gift vão parar a sua digressão por 3 meses porque a Sónia está grávida de 8 meses e adivinhem lá quem é o pai... ah poisé... e parece que eles já estão juntos p'aí há uns 2 anos.

É, sou uma verdadeira mente ostracizada do mundo cor-de-rosa.

Já agora, Já ouviram o novo albúm e single dos The Gift?!... FENOMENAL!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

I'm a potato

Hoje foi a primeira aula do pequeno curso que estou a frequentar sobre Mercados e Instrumentos Financeiros. Às 19h e troc'o passo lá me meti eu no bus, confiante e entusiasmada por ir aprender coisinhas novas, porque se há coisa que me deixa feliz é aprender coisas novas. Ao início a professora lá explicou que aquilo era um curso básico de iniciação, basicamente para quem não percebe patavina daquilo. Fixolas, até aqui nada de mau, a pior parte foi quando a senhora começou a debitar matéria como uma metralhadora através de um discurso bastante afloreado de linguagem económica. O meu único pensamento ao fim de 1h de aula (que dura 3) era "I'm a potato". Apercebi-me que a lógica do pensamento humanístico e teórico já me está intrínseca e que mudar de perspectiva tem que ter o seu trabalho.

Agora, mais um curso (por mais pequeno que seja) para o meu currículo. Isto é tudo muito bonito se eu realmente tivesse oportunidade de aplicar o que vou aprender. É verdade que nada me impede de começar a analisar mais pormenorizadamente o Diário Económico todos os dias, e começar a compreender muita causa de ser de muita coisa ali noticiada, mas o que eu não queria que acontecesse era que estes conhecimentos que vou acumulando ficasse por ali perdidos no papel ou servissem apenas para fazer crescer o currículo. Isso é pura perda de tempo e dinheiro. A realização pessoal vem com a experiência e concretização prática da teoria que acumulamos durante anos e na qual investimos. E é neste aspecto que, actualmente, é lixado ser um jovem em Portugal.

A sorte é que eu sou uma daydreamer com muita esperança (um bocado preguiçosa mas isso já está nas minhas mãos combater)

sábado, 28 de janeiro de 2012

"Do not stand at my grave and weep,
I am not there; I do not sleep.
I am a thousand winds that blow,
I am the diamond glints on snow,
I am the sun on ripened grain,
I am the gentle autumn rain.
When you awaken in the morning’s hush
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circling flight.
I am the soft star-shine at night.
Do not stand at my grave and cry,
I am not there; I did not die."

Mary Elizabeth Frey

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Existem vezes que nos dói a alma. Depois existem as outras, as derradeiras, em que já não temos dor nem alma.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Já conhecem o ClubFashion?

To whom it may concern...

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