sexta-feira, 25 de junho de 2010

Vamos lá falar de coisas sérias #2

Este ciclo de conferências, trabalhos, exames... novos horizontes que se abrem, novas hipóteses, ideias e projectos... é bom sentir que ainda consigo produzir a minima actividade racional e que não sou apenas uma máquina massiva de ócio.

The old me is getting back...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Olho para os meus últimos posts e parecem-me um bocado tristes, melancólicos, com ponta de deprimência até. Parece que estou numa fase menos boa, apagada, sem imaginação ou motivação... não estou! Estou numa fase que ando perdida,com a cabeça cheia de ideias e ainda não consegui organiza-las todas... mas não estou infeliz!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Hopping to get anywhere

sábado, 15 de maio de 2010

Frustração!

Há muitos anos que encaro a vida com uma espécie de atitude estoica, em jeito de imitação de Ricardo Reis. Não espero nada de mau, mas tão pouco espero grande bem, o que vier vive-se e adapta-se e há coisas que não se controlam. Quando erro há sempre uma lição, e uma vida cheias de oportunidades para melhorar. Quando o erro não é nosso, não há nada que pudesse ter mudado...




Mas hoje senti uma frustração que já não sentia há muito. Já não há volta a dar e eu tenho a leve impressão que podia ter feito algo que mudasse, pelo menos tentar... E não fiz!


sexta-feira, 14 de maio de 2010

People DO change





I'm changing...
and I'm scared to death!

domingo, 2 de maio de 2010

Negra Saudade


No meu primeiro ano não tive saudade, ainda não era digna desse sentimento tão nobre. No segundo ano tive saudades daqueles que partiam, aqueles que nos receberam, nos criaram e ensinaram e deram o seu melhor, em parte, por nós. No terceiro ano tive saudades daqueles que ficaram pelo caminho, daquela que estava e está longe mas sempre connosco e da que esteve comigo em todos os momentos, de Negro ou não, em aflições e alegrias, momentos sérios e a mais "parvalheira pura", aquela que ainda me deve um passeio de eléctrico. No meu quarto ano tive saudades por estar longe dos meus e de não estar lá para acompanhar aqueles que vi chegar, para o pior e melhor.



Cinco anos depois, para além da distância, tenho saudades por mais uma que parte, mas, essencialmente, tenho saudades por mim... Tenho saudades do peso da minha capa negra sobre os ombros, tenho saudades daqueles dias em que trajava sete dias por semana, tenho saudades da liberdade de poder trajar sete dias por semana, tenho saudades da inocência de tudo me parecer perfeitamente imperfeito, tenho saudades de entrar em transe ao som de uma guitarra e com um copo de vinho do porto na mão e pensar que aquele era um dos momentos mais felizes da minha vida, tenho saudades dos meus negros dias, tão negros como a minha capa. Tenho saudades das noites no Presuntos, tenho saudades da minha pandeireta. Tenho saudades da minha capa ser como uma folha em branco, agora são mais a recordações que carrega que o espaço livre para desenhar mais momentos inesquecíveis... Saudades do tempo que já não volta, do brilho nos meus olhos que se vai desvanecendo, tenho saudades daqueles que o voltam a acender. Tenho saudades da minha casa!Tenho saudades da nossa colher. Tenho saudades do melhor quinteto nocturno e daquele que nos atura a todas... Mas neste exacto momento tenho saudades da minha capa!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Isto assim perde a piada!

Ora vamos lá combinar uma coisa...
Caros professores da Universidad Catolica del Uruguay, a próxima vez que houver um teste é favor avisar na aula anterior, sim? Muito obrigada! É que isto de avisar na primeira aula (que eu não fui por andar à procurar de casa) nunca mais mencionar tal facto nas aulas e não por as datas na página da disciplina tem muito que se lhe diga. A primeira vez ainda tem piada " ah e tal, que isto de chegar à aula (atrasada ainda por cima) e apanhar toda a gente sentado a fazer teste, xiii, vai para o desenrascanso" mas isso é quando é um teste de interpretação de espanhol, onde mesmo que estudasse não ia adiantar muito... Mas fazer duas respostas com cabeça, tronco e membros sobre a teoria elitista de Robert Michels e o conceito de Democracia para Bobbio e as suas falhas, já é outra coisa. Sorte que isto de ser aluna de intercâmbio e não conhecer praticamente ninguém na turma ainda é uma desculpa minímamente plausível.


Vá, que o meu coração é fraquinho... uma terceira vez e é enfarte na certa!