sexta-feira, 14 de agosto de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
Dia da Felicidade!
Fiquei a saber pelo facebook que hoje é dia da Felicidade... Curiosamente, esta semana, duas pessoas, uma que me conhece bastante bem e outra que não sabe nada da minha vida, comentaram o facto da minha pessoa parecer ser segura tão de mim mesma e estar sempre feliz. Gostei de ouvir, gostei de saber que realmente consigo transmitir o que me vai na alma, conseguir ser assim tão verdadeira com o mundo... Porque sou feliz!
Não estou sempre feliz, nem tudo me corre bem... na verdade, há mais coisas a correr mal que bem. Tenho uma vida chata e aborrecida de classe média baixa (basicamente, sou pobre). Gostava de ter mais tempo (e dinheiro também) para passar mais tempo com a familia (que está longe); para viajar e sentir aquela excitação desmedida de conhecer sitios novos; café e uma conversa todos os dias com os amigos; ser promovida; poder comprar um carro novo, assim mesmo novinho, e passar horas dentro dele só para sentir aquele cheiro de carro novo; conhecer um bacano porreiro e decente, daqueles que nos roubam o coração e não o partem; não partir o dele... Há uma série de acontecimentos que, sem dúvida alguma, tornariam a vida mais aprazível... Apesar de tudo o que não tenho, sou feliz com o que tenho. E sou feliz porque não me canso de querer sempre mais, de lutar por ser sempre mais e melhor... e lutar com o que tenho, lutar com o bem... sem passar por cima de ninguém, sem fazer ninguém infeliz e tentar arrancar sempre um sorriso de quem me rodeia, toda a gente sabe que eles são contagiantes e contagiosos... Ser positiva, ser positiva quando acontecem mudanças, quando acontecem coisas más, ser positiva quando não acontece nada! E orar, pedir Deus aquelas coisas todas e ver todas elas acontecerem como pedimos ou então de um jeito muito melhor... Não estou sempre feliz mas é impossível não ser feliz quando tenho Deus na vida, quando acredito que há sempre um lado positivo... quando sei que, para o bem e para o mal, sou única. Gostam, não gostam... não tenho nada que ver com isso. Só me interessa guardar na minha vida e coração aqueles que, tolerantes (tolerância...esse baluarte da felicidade), compreendem e amam a minha originalidade como eu amo a deles.
Ah...e amanhã é o primeiro dia de Primavera... não há como não ser feliz sabendo isso!
domingo, 21 de dezembro de 2014
O Amor é lindo... Não é!
Hoje ouvi a expressão "Ah! O amor é lindo"... Isto leva-me o pensamento a outra expressão "O Amor é cego". Conclusão: o amor só é lindo porque é cego!
O amor é feio, a paixão é linda. Voraz e fatal, mas linda. É como o sol que arde e ilumina um céu todo azul, dá brilho ao olhar, provoca taquicardias, ofega a respiração, enlouquece-nos a alma. Tem pouca paciência, quer o mundo e quere-lo agora. Insiste! Parece que o peito quer rebentar, e que maneira boa de se morrer. A paixão anestesia.
O amor é feio. Não vê as borbulhas da puberdade, a obesidade, a magreza, o cabelo sedoso e a palha de aço. Não se importa com as estrias ou as rugas que carrega o passar dos anos, deixa a porta do wc aberta ( o horror). O amor é tão feio que não desperdiça dinheiro em maquilhagem nem tem sono de beleza. Assim, a modo curto e grosso, é tipo o mais caro e (pelo que dizem, nunca provei) o mais saboroso café do mundo, no final é tão bom mas vocês não querem saber donde é que aquilo veio. É tão eclético que pode cheirar a estrugido de cebola, amaciador Quanto ou Channel Nº5... e é como aquela luz de presença acesa toda a noite que não nos deixa ter medo...Dá-nos paz, dá-nos calma, está sempre lá. Não desiste! O amor compreende a sua própria natureza, aceita-a e só pode ser por isso que tolera com tanta dedicação as imperfeições de cada um. É o amor que nos dá aquela sensação de missão cumprida ao final de um dia, ao final de um sonho e ao final de uma vida.
O amor cura. Um coração estará sempre partido sem amor!
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
2013 em revista!
Em 2013...
Comprei um carro.
Tenho uma nova residente cá em casa de quatro patas que me esfrangalha as revistas todas. E as mantas. E os cortinados. E as almofadas... Todos os dias me acorda cedo demais a pedir-me comida e põe-me os nervos em franja de tanto miar se passo 2 dias sem lhe dar paté. Todos os dias me espera à porta quando chego e neste momento está aninhada a ronronar ao meu lado. Gosta de me dar beijinhos e é dos bichos mais persistentes que já conheci a pedir mimos. Acho que sonha, às vezes acorda assustada. E os pêlos já não me chateiam (muito).
Aprendi a gostar de viver em Coimbra.
Descobri que ainda há pessoas maravilhosas, daquelas que agradecemos a Deus por as ter feito entrar ou cruzar na nossa vida.
Voltei à Suiça após 7 anos. Aquele país provocar-me-á sempre um arrepio na espinha.
Desamor. Foi o que mais me marcou em 2013. Num desamor a gente nunca quer sofrer. Mesmo que se pense que se aguenta, que não custa e que lá no fundo até se queria. Às vezes parece que não se aguenta, custa e já nem se sabe o que se quer. A gente nunca quer sofrer... sofre-se sempre! Sou uma lutadora mas houve um momento que me fui abaixo. O desamor obrigou-me a parar, a repensar a vida e a resonhar alguns sonhos. Foi preciso sair da zona de conforto, alegrar-me na alegria das coisas simples, de algumas que até já havia esquecido, virar-me mais para quem está sempre lá: a família e o meu Deus. Já não dói, já não sinto a falta. Como diz o anúncio da CGD "até para nascermos temos que dar a volta", deu-se a volta.
Há uns meses atrás escrevi algures que "Há uma felicidade que vem com grandes momentos, é impossível escapar-lhe... e depois há aqueles momentos em que se chega a casa cansada, revive-se as banalidades do dia, o que se fez bem e o que se fez mal ou o que não se fez de todo, e não se encontra uma razão para não ser feliz"...
Agora, posso dizer que ainda existem aqueles em que encontras muitas razões para não ser feliz mas simplesmente o és. Desconfio que são esses os derradeiros da felicidade pura.
Comecei 2013 feliz e acabo 2013 feliz, portanto foi um bom ano!
Comprei um carro.
Tenho uma nova residente cá em casa de quatro patas que me esfrangalha as revistas todas. E as mantas. E os cortinados. E as almofadas... Todos os dias me acorda cedo demais a pedir-me comida e põe-me os nervos em franja de tanto miar se passo 2 dias sem lhe dar paté. Todos os dias me espera à porta quando chego e neste momento está aninhada a ronronar ao meu lado. Gosta de me dar beijinhos e é dos bichos mais persistentes que já conheci a pedir mimos. Acho que sonha, às vezes acorda assustada. E os pêlos já não me chateiam (muito).
Aprendi a gostar de viver em Coimbra.
Descobri que ainda há pessoas maravilhosas, daquelas que agradecemos a Deus por as ter feito entrar ou cruzar na nossa vida.
Voltei à Suiça após 7 anos. Aquele país provocar-me-á sempre um arrepio na espinha.
Desamor. Foi o que mais me marcou em 2013. Num desamor a gente nunca quer sofrer. Mesmo que se pense que se aguenta, que não custa e que lá no fundo até se queria. Às vezes parece que não se aguenta, custa e já nem se sabe o que se quer. A gente nunca quer sofrer... sofre-se sempre! Sou uma lutadora mas houve um momento que me fui abaixo. O desamor obrigou-me a parar, a repensar a vida e a resonhar alguns sonhos. Foi preciso sair da zona de conforto, alegrar-me na alegria das coisas simples, de algumas que até já havia esquecido, virar-me mais para quem está sempre lá: a família e o meu Deus. Já não dói, já não sinto a falta. Como diz o anúncio da CGD "até para nascermos temos que dar a volta", deu-se a volta.
Há uns meses atrás escrevi algures que "Há uma felicidade que vem com grandes momentos, é impossível escapar-lhe... e depois há aqueles momentos em que se chega a casa cansada, revive-se as banalidades do dia, o que se fez bem e o que se fez mal ou o que não se fez de todo, e não se encontra uma razão para não ser feliz"...
Agora, posso dizer que ainda existem aqueles em que encontras muitas razões para não ser feliz mas simplesmente o és. Desconfio que são esses os derradeiros da felicidade pura.
Comecei 2013 feliz e acabo 2013 feliz, portanto foi um bom ano!
quinta-feira, 9 de maio de 2013
26!
Os mais belos poemas nunca foram escritos, nasceram na alma da gente e ficaram perdidos num momento qualquer, num sentimento qualquer, numa memória qualquer.
Os maiores amores são os que nunca foram!
Há saudades que não cabem no peito.
Há dores que esgotam todas as lágrimas.
Deixaram-nos seres que foram, deixaremos esses e o nosso.
Nunca sabemos quando. A vida não prepara e não pede permissão.
Tudo vem, muito vai e quase nada volta.
Aquele nó na garganta...
Há melodias que nos levam mais longe que motor de combustão.
Sonhar paga imposto mas nem sempre passa recibo.
Vidas frustradas há-as em todas as esquinas.
Deus não erra. Deus não falha.
É fácil ser doutor em escola de burros!
Trabalho a mais e sorrisos a menos não dá leveza à alma.
Faz-se permuta de carácter por pecado capital.
A distância não mata mas anestesia sentimentos.
Ainda bem que nunca foi a cidade perfeita para nós.
Há sempre o céu azul para aquecer a alma!
"Luta-se por tudo o que se leva a peito"
O reflexo é o sonho, tudo o que sobra é maquilhagem.
Olhos ansiosos não vêem flores da Primavera.
E ninguém tem o direito de ser feliz sozinho!
Há saudades que não cabem no peito!
Matem-me mas não me cortem as minhas asas de pássaro!
Vão haver sempre lábios mordidos que calam vontades.
E se fosse feliz era uma pedra!
Os maiores amores são os que nunca foram!
Há saudades que não cabem no peito.
Há dores que esgotam todas as lágrimas.
Deixaram-nos seres que foram, deixaremos esses e o nosso.
Nunca sabemos quando. A vida não prepara e não pede permissão.
Tudo vem, muito vai e quase nada volta.
Aquele nó na garganta...
Há melodias que nos levam mais longe que motor de combustão.
Sonhar paga imposto mas nem sempre passa recibo.
Vidas frustradas há-as em todas as esquinas.
Deus não erra. Deus não falha.
É fácil ser doutor em escola de burros!
Trabalho a mais e sorrisos a menos não dá leveza à alma.
Faz-se permuta de carácter por pecado capital.
A distância não mata mas anestesia sentimentos.
Ainda bem que nunca foi a cidade perfeita para nós.
Há sempre o céu azul para aquecer a alma!
"Luta-se por tudo o que se leva a peito"
O reflexo é o sonho, tudo o que sobra é maquilhagem.
Olhos ansiosos não vêem flores da Primavera.
E ninguém tem o direito de ser feliz sozinho!
Há saudades que não cabem no peito!
Matem-me mas não me cortem as minhas asas de pássaro!
Vão haver sempre lábios mordidos que calam vontades.
E se fosse feliz era uma pedra!
sábado, 27 de abril de 2013
Há dias...
que deveriam ter 48 horas ou 72, o que fosse suficiente para fazer tudo o que está planeado fazer, o que queremos fazer e o que vai surgindo pelo meio que tem que ser feito. É que crises idiotas, leia-se "fase cheia de ideias pertinentes e promissoras" não se dão todos os dias e o meu pobre coraçãozinho não aguenta as doses de ansiedade com o meu cérebro lhe injeta. O raio da vontade de fazer tudo e o João Pestana que não se atrasa e vem armado de tacos de basebol.
sexta-feira, 15 de março de 2013
A e tal que eu sou bué poética...
Uma coisa que me deixa no minimo desconfortavelmente irritada e , assim no máximo, com vontade de dar umas "tchapadas" de bom senso a alguns cêpos com olhos, são as tentativas (infelizes) de ser poético sem pinga de inteligência, assim, naquela de querer parecer bem só porque se diz uma coisa bonita sem qualquer sentido semântico.
Sr. Jornalista da Sic (numa reportagem sobre o fabrico de sabões e sabonetes à moda antiga): -Que AROMA de algum ELEMENTO DA NATUREZA gostaria de reproduzir? (era mais ou menos isto)
Sra. que fabrica sabões e sabonetes: - O aroma da Paz!!!
AAAAHHHHHH QUE BONITO! E a minha pergunta é "Ah?!"
Só por causa das coisas, até fui ali ao dicionário online da Michaelis, só em jeito de estúpida confirmação:
"paz
paz
sf (lat pace) 1 Estado de um país que não está em guerra; tranquilidade pública.2 Tratado que mantém ou restabelece esse estado: Assinar a paz. 3 Repouso, silêncio. 4 Tranquilidade da alma. 5 União, concórdia nas famílias. 6 Sossego. P. armada: respeito recíproco das nações, mantido pelos exércitos e esquadras que elas conservam. P. de alma: pessoa bonacheirona, inofensiva, pacífica. P.-otaviana: grande quietação e sossego, como gozou o mundo romano no tempo de Otávio. Fazer as pazes: reconciliar-se."
É, assim de repente, em lado nenhum diz que Paz é um aroma ou elemento da natureza.
Ah e tal, que há aromas que nos transmitem paz, que no sentido mais vulgo que por aí circula é, no mínimo, um estado de espírito, um modo de vida, bla bla bla... AROMAS que transmitem PAZ. Ninguém aguenta!
Sr. Jornalista da Sic (numa reportagem sobre o fabrico de sabões e sabonetes à moda antiga): -Que AROMA de algum ELEMENTO DA NATUREZA gostaria de reproduzir? (era mais ou menos isto)
Sra. que fabrica sabões e sabonetes: - O aroma da Paz!!!
AAAAHHHHHH QUE BONITO! E a minha pergunta é "Ah?!"
Só por causa das coisas, até fui ali ao dicionário online da Michaelis, só em jeito de estúpida confirmação:
"paz
paz
sf (lat pace) 1 Estado de um país que não está em guerra; tranquilidade pública.2 Tratado que mantém ou restabelece esse estado: Assinar a paz. 3 Repouso, silêncio. 4 Tranquilidade da alma. 5 União, concórdia nas famílias. 6 Sossego. P. armada: respeito recíproco das nações, mantido pelos exércitos e esquadras que elas conservam. P. de alma: pessoa bonacheirona, inofensiva, pacífica. P.-otaviana: grande quietação e sossego, como gozou o mundo romano no tempo de Otávio. Fazer as pazes: reconciliar-se."
É, assim de repente, em lado nenhum diz que Paz é um aroma ou elemento da natureza.
Ah e tal, que há aromas que nos transmitem paz, que no sentido mais vulgo que por aí circula é, no mínimo, um estado de espírito, um modo de vida, bla bla bla... AROMAS que transmitem PAZ. Ninguém aguenta!
Subscrever:
Comentários (Atom)